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Portugal na I Guerra Mundial

. quinta-feira, 10 de novembro de 2011
20 comentários



Agora já sabes responder.
1. Refere quais formas as principais medidas realizadas pelos republicanos no domínio da política (resposta do João Ferreira).
As principais medidas realizadas pelos republicanos no domínio da política foram elaborar uma constituição, chamada de Constituição de 1911, a laicização do estado, ou seja, a separação da igreja do estado, o direito ao divórcio, o registo civil obrigatório, expulsão das ordens religiosas e nacionalização dos seus bens.

2. Refere como se organizavam os poderes segundo a nova Constituição (resposta da Lumena Tavares).
Segundo a constituição de 1911, os poderes foram separados e entregues a um órgão ou instituição política. Os poderes políticos foram atribuídos da seguinte forma: Poder legislativo pertencia ao parlamento (deputados e senado), o Poder executivo foi atribuído ao Presidente da República e ao Governo e o Poder judicial cabia aos tribunais.

3. Identifica o primeiro Presidente da Republica eleito em 1911 (resposta da Mónica Mendonça).
O primeiro presidente a ser eleito é Manuel de Arriaga desde 24 de Agosto de 1911 até 29 de Maio de 1912 o seu sucessor foi Teófilo Braga que curiosamente foi o presidente do governo provisório que Manuel de Arriaga viria a substituir. 

4. Explica os motivos que levaram os portugueses a participarem na I Guerra Mundial (resposta da Lumena Tavares).
Portugal foi motivado a participar na 1ª Guerra Mundial porque tinha um acordo com a Inglaterra, pois era sua aliada e viu-se também motivada a participar para proteger as sua colónias em África pois corriam o risco de as perder para os seus inimigos, principalmente para a Alemanha. O último motivo que levou Portugal para a 1ª Guerra Mundial foi querer o reconhecimento internacional a nível político pois Portugal fazia parte do trio de países que tinha como regime politico a República visto que a Europa em termos de regime era dominada pela Monarquia.

Revisões para o Teste

. quinta-feira, 27 de outubro de 2011
3 comentários

Para os meninos começarem a preparar-se para o teste de Avaliação.



I Guerra Mundial

. quinta-feira, 6 de outubro de 2011
17 comentários



Agora já sabes responder:
1- Refere quais eram os problemas nacionalistas em vésperas da I Guerra Mundial (Resposta da Joana Caeiro - adaptado).
Os problemas nacionalistas em vésperas da I Guerra Mundial eram o pangermanismo, que era a necessidade de espaço para a agricultura, para a população e para o comércio; o Revanchismo Francês que consistia na vingança de França [por causa da Alsácia-Lorena] e o ultimo problema é o paneslavismo com consiste na expansão dos eslavos [defendida Russia].


2. Indica quais foram as alianças que se formaram neste período (resposta da Lumena Tavares).
Neste periodo formaram-se duas alianças; a triplice aliança formada pelo império Alemão, o império Austro-hungaro e a Itália e a triplice entente cordiale formada pela França, Inglaterra e o Império russo.

3. Indica qual foi o acontecimento que levou ao eclodir da Guerra (resposta do João Ferreira).
O motivo que levou ao eclodir da I Guerra Mundial (1914-1918) foi o assassinato do sucessor do herdeiro do trono Austríaco, arquiduque Francisco Fernando em 14 de Junho 1914 em Sarajevo (na Bósnia). A Áustria responsabilizou os Sérvios pelo atentado e ,com o apoio da Alemanha , declarou guerra a Sérvia .

Sendo a Servia aliada da Rússia este facto desencadeou todo o complexo sistema de alianças existentes. Em pouco mais de duas semanas, a crise balcânica transformou- se numa guerra generalizada, opondo a Tríplice Aliança (com excepção da Itália) a Tríplice Entende Cordiale.

4. Caracteriza a vida dos soldados nas trincheiras (resposta do João Ferreira).
A vida dos soldados nas trincheiras durante a 1ª guerra mundial não era fácil. As trincheiras, eram buracos escavados no solo onde os soldados combatiam. Mas essas trincheiras tinham as suas desvantagens, não havia quaisquer condições de higiene e por consequência apareciam pragas animais como piolhos e carraças. Os cadáveres dos soldados combatentes raramente eram removidos da frente de combate o que levava a aparecer ratos, moscas e larvas que causavam o aparecimento de doenças, agravadas também pela deficiente alimentação. As condições atmosféricas também influenciavam bastante a vida nestas trincheiras tornando-as impraticáveis por exemplo quando chovia.


5. Identifica as Fases da Guerra (resposta do André Pereira).
As fases da guerra são:
- Fase de movimentos (1914)
- Fase de posições (1914-1917)
- 2ª Fase de movimentos (1918)

A Acção do Governo Republicano

. quarta-feira, 11 de novembro de 2009
33 comentários



Agora já sabes responder.
1. Refere o que aconteceu no dia 01 de Fevereiro de 1908. (resposta do David Oliveira, nº 10 do 9º D)
No dia 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o principe D. Filipe são assassinados no terreiro do paço por extremistas republicanos. Quem sobe ao trono é D. Manuel II, filho de D. Carlos.

2. Descreve esses acontecimentos. (resposta do Guilherme Barreto, nº 12 do 9º E)
A monarquia portuguesa vivia uma época conturbada, e em Janeiro de 1908 são presos vários elementos, suspeitos de conspiração, mais tarde a 28 desse mês, fracassa uma tentativa revolucionária. Foram presos, como implicados na intentona, entre outros, Afonso Costa, Egas Moniz, Álvaro Pope e o visconde de Ribeira Brava.
O Governo resolve então reforçar a repressão. Prepara um decreto que lhe permite expulsar do país ou deportar para o ultramar os culpados de crime contra a segurança do Estado. Em 31 desse mês, o ministro da Justiça Teixeira de Abreu regressa de Vila Viçosa, onde se encontrava a família real, com o decreto assinado.
D. Carlos a 01 de Fevereiro, regressa a Lisboa acompanhado da família real. Tendo desembarcado no Terreiro do Paço, dirigia-se para o Paço das Necessidades, numa carruagem aberta, quando subitamente, rompendo entre o cordão de polícias e população, um homem de revólver em punho põe o pé no estribo traseiro da carruagem real e dispara à queima-roupa contra o rei, atingindo-o com dois tiros na cabeça. A carruagem segue pela rua do Arsenal, quando um outro indivíduo, mais adiante, dispara uma carabina que trazia oculta contra D. Luís Filipe, que segurava um revólver, matando-o.
D. Manuel é atingido num braço. Apenas a rainha D. Amélia sai ilesa.
O pânico e o tiroteio generalizam-se. O primeiro regicída terá sido morto pelo príncipe D. Luís Filipe. O segundo é morto pela polícia.
Os regicídas foram Alfredo Costa, de 28 anos, caixeiro de profissão e Manuel Buíça, de 32 anos, professor primário, ambos republicanos.

(resposta a Adriana Leitão, nº 1 do 9º D)
O Rei, a Rainha e o Príncipe Real encontravam-se no Alentejo e o infante D. Manuel tinha regressado dias antes a Lisboa. D. Carlos antecipou o regresso a Lisboa, apanhando o comboio, na manhã do dia 1 de Fevereiro. A comitiva régia chegou ao Barreiro ao final da tarde, com destino ao Terreiro do Paço, onde desembarcaram, por volta das 5 horas da tarde, onde eram esperados por vários membros do governo e pelos infantes D. Manuel e D. Afonso (irmão do rei). Apesar do clima de grande tensão, o rei optou por seguir numa carruagem aberta.
Há pouca gente no Terreiro do Paço. Quando a carruagem circula junto ao lado ocidental da praça, ouve-se um tiro e desencadeia-se o tiroteio. Depois de passar a carruagem, um homem coloca-se no meio da rua e tenta balear o rei. O tiro atravessou o pescoço do Rei, matando-o imediatamente e logo de seguida, outros atiradores, em diversos pontos da praça, atiram sobre a carruagem.
A população desata a correr em pânico. O condutor é atingido numa mão. O primeiro atirador, mais tarde volta a disparar. O seu segundo tiro atinge o ombro do rei, cujo corpo descai para a direita, ficando de costas para o lado esquerdo da carruagem. Aproveitando isto, surge a correr de debaixo das arcadas um segundo regicida, que pondo o pé sobre o estribo da carruagem, se ergue à altura dos passageiros e dispara sobre o rei já tombado.
A rainha, já de pé, fustiga-o com um ramo de flores gritando “Infames! Infames!”. O criminoso vira-se para o príncipe D. Luís Filipe, que se levanta e saca do revólver uma bala, mas é atingido no peito. A bala, de pequeno calibre, não penetra o esterno e o Príncipe, sem hesitar, aproveitando porventura a distracção fornecida pela actuação inesperada da rainha, desfecha quatro tiros rápidos sobre o atacante, que tomba da carruagem. Mas ao levantar-se, D. Luís Filipe fica na linha de tiro e o assassino da carabina dispara sobre ele, atingindo-o na face esquerda.
A fuzilaria continua. Dª Amélia permanece de pé, gritando por ajuda. Um dos regicídas volta a fazer pontaria mas é impedido de disparar sobre a carruagem por um soldado que passava no local e que se lança sobre ele. Na breve luta que se segue o soldado é atingido numa perna, mas a sua intervenção é providencial. O oficial Francisco Figueira carrega primeiro sobre o regicída, que ferido pelo príncipe é atingido por um golpe de sabre e preso pela polícia, e de seguida dirige-se a outro regicída. Este ainda o consegue atingir numa perna com a sua última bala e tenta fugir, mas Figueira alcança-o e imobiliza-o com uma estocada.
Com os regicidas imobilizados, o zelo excessivo dos polícias presentes levou a que acabassem abatidos no local, o que dificultou as posteriores investigações sobre o atentado. Segundo alguns relatos, um dos regicídas já estaria moribundo, mas sabe-se que outro, mesmo ferido, resistiu à sua apreensão pela polícia. De facto, o condutor, a golpes de chicote, fez arrancar a carruagem, virando da esquina para a rua do Arsenal, procurando aí refúgio. É nessa altura que um atirador desconhecido ainda consegue atingir D. Manuel num braço. A carruagem entra no Arsenal da Marinha, onde se verifica o óbito do Rei e o do Herdeiro do Trono. Quando o Infante D. Afonso, chegou ao Arsenal, teve como primeiro instinto acusar João Franco como responsável pela tragédia. A mãe de D. Carlos, a rainha Dª Maria Pia foi chamada ao Arsenal, onde encontrando-se com Dª Amélia lhe diz desolada: “Mataram-me o meu filho.”, ao que esta respondeu: “E o meu também.”
Julgando que se tratava de um novo golpe de estado, a população de Lisboa refugia-se nas suas casas e a cidade fica deserta, mas as tropas permanecem nos quartéis e a situação permanece calma.

3. Refere quais foram as principais medidas dos primeiros governos republicanos ao nível:P(resposta da Luísa Pires, nº 18 do 9º D)
a) A nível educativo
• A instrução obrigatória e gratuita para todas as crianças dos 7 aos 12 anos;
• A formação de escolas;
• A construção de escolas primárias e liceus;
• A fundação das universidades de Lisboa e do Porto.

b) a nível social:
• A autorização e regulamentação da greve;
• A instituição do descanso semanal obrigatório;
• A limitação dos horários de trabalho;
• Seguro social obrigatório.

c) a nível político:
• A formação da constituição de 1911;
• A divisão dos poderes políticos, isto é o poder Legislativo passa a ser exercido pelo Congresso ou Parlamento que, também tinha o poder de eleger e demitir o Presidente e era constituído pela Câmara de deputados que, era eleita por 3 anos, e pelo Senado que, era eleito por 6 anos (os membros do Senado e da Câmara de deputados eram eleitos pelo sufrágio universal com restrições - ter mais de 21 anos, ser-se chefe de família, saber ler e escrever e mais tarde não se ser mulher), o Executivo pelo Governo e Presidente (este era eleito por 4 anos e tinha o poder de nomear o Governo) e o Judicial que cabia aos Tribunais;
• A criação da Guarda Nacional Republicana;
• Surge uma nova Bandeira Nacional;
• Surge um novo Hino Nacional.

4. Refere os motivos que levaram com que Portugal entrasse na I Guerra Mundial. (resposta da Daniela Cordeiro, nº 9 do 9º D).
Apesar de alguns portugueses defenderem a neutralidade, foram os intervencionistas (partidários da intervenção ao lado dos Aliados), que defendiam que a participação de Portugal na 1ª Guerra Mundial era a única forma de quebrar o isolamento de Portugal e de garantir a posse das colónias africanas, que venceram. Assim, Portugal participou na 1ª Guerra Mundial devido à aliança que mantinha com a Inglaterra (Luso-Britânica), também participou para defender os seus territórios africanos e para que o novo regime republicano fosse internacionalmente reconhecido. Durante a 1ª Guerra Mundial Portugal formou duas frentes de guerra, uma em África nas fronteiras de Angola e Moçambique e outra na Europa na frente Ocidental e em La Lys, por onde se distribuiu o CEP (Corpo Expedicionário Português).

O Fim da I Guerra Mundial

. quarta-feira, 7 de outubro de 2009
32 comentários


Agora já sabes responder:
1. Refere quais foram as principais alterações ocorridas na Europa ao nível demográfico, social, económico e político. (resposta da Luísa Pires, nº 18 do 9º D)
1- Principais alterações da Europa :
A nível demográfico : 8 milhões de mortos, 6 milhões de inválidos e consequentemente diminuição da população activa;
A nível social: surge um novo papel da mulher na sociedade ( começam a trabalhar em serviços e em fábricas), surge o desemprego, os pequenos proprietários vão à falência e consequentemente os grandes proprietários enriquecem e surge o proletariado.
A nível económico: a maior parte da industria fica destruída, destruição dos campos agrícolas, perda de mercados internacionais para os E.U.A e para o Japão e desvalorização das moedas europeias face ao dólar.
A nível politico: desaparecem os impérios Russo, Austro-húngaro, Turco e Alemão, surgem novos regimes (repúblicas) e surgem novos países (Estónia, Letónia, Lituânia, Finlândia, Polónia, Irlanda, Áustria, Hungria, Jugoslávia, Checoslováquia e a Turquia).

2. Refere quais foram as principais conclusões do Tratado de Versalhes. (respostas da Adriana Leitão, nº 1 do 9º D).
O tratado de Versalhes foi elaborado com o objectivo de impor limites à Alemanha, que não podia construir fortificações ao longo do rio Reno, não lhe era permitido mobilizar tropas, teria que reconhecer a Áustria como um país independente da Checoslováquia, a cidade de Dantes teria que ficar sob a protecção da Sociedade das Nações, iria perder as colónias que seriam entregues aos aliados, teria que limitar o exército e a sua indústria, não poderia possuir blindados, submarinos, nem aviação militar, teria que pagar uma indemnização aos aliados, a zona do rio Reno (zona industrial alemã) seria ocupada pelos aliados durante quinze anos e teria também que ceder a Alsácia-Lorena aos franceses.

3. Refere quais foram as principais alterações no mapa político europeu. (resposta do Eduardo Gomes, nº 11 do 9º D)
As principais alterações ocorreram na Europa central, com o aparecimento dos novos países e com o desaparecimento de outros surgiram novas fronteiras (o desaparecimento do império Austro-húngaro e o aparecimento da Áustria, da Hungria, da Checoslováquia, da Jugoslávia e da Polónia) o aparecimento de novos países entre a Rússia e a Europa central como a Letónia, a Lituânia, a Estónia e a Polónia e mais a cima destes todos a Finlândia também houveram algumas pequenas alterações impostas pelo tratado de Versalhes como a tomada da cidade de Dantzig e a cedência da Alsácia Lorena aos franceses .

I Guerra Mundial

. sexta-feira, 2 de outubro de 2009
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1. Indique como ficou conhecido o ataque do império Alemão ao território francês. (resposta do Pedro Magalhães, nº X do 9º E).
O ataque do império Alemão ao território Francês, ficou conhecido como plano Schlieffen.

2. Realize uma pequena biografia do seu autor (50 palavras). (resposta do Mário Fernandes, nº 21, 9º E).
Alfred von Schlieffen nasceu em Berlim, na Alemanha, em 1833. Frequentou a Academia de Guerra de Berlim (1858-61) e era um oficial do exército Alemão durante a Guerra Austro-prussiana (1866).
Em 1891, Schlieffen passa a ser Chefe do Estado Maior General. Schlieffen temia que a França e a Rússia se unissem para atacar a Alemanha. A sua principal preocupação era elaborar um plano que poderia lidar com uma guerra contra a Rússia no leste e na França, a oeste.
Quatro anos após lhe ter sido dada esta posição ele criou o que ficou conhecido como o Plano Schlieffen. Esta estratégia envolveu uma invasão alemã da Bélgica e um certo movimento de acompanhamento da roda através da Holanda e depois para o sul, cortando Paris a partir do mar.
Schlieffen aposentou-se como chefe do Estado-Maior do Exército alemão em 1906.
Alfred von Schlieffen morreu em 1913.

3. Indique quais foram as frentes da guerra. (resposta da Maria Leonor Sousa, nº 20 9º D
As frentes de guerra foram:
Frente Ocidental:
- Do mar do Norte à Suíça
- Da Suíça ao mar Adriático

Frente Oriental:
- Do mar Báltico ao mar Negro

Frente Balcânica:
- Do Norte da Grécia à Turquia

4. Comente a frase: "A entrada dos EUA na guerra desequilibrou os braços da balança". (resposta da Daniela Cordeiro, nº 9 do 9º D).
A entrada dos EUA na guerra, em 1917, desequilibrou os braços da Balança e beneficiou a Triple Entente(França, Império Russo, Inglaterra). Com a entrada dos EUA na 1ª Guerra Mundial a Triple Entente beneficiou de mais armamento, mais soldados, mais capacidade financeira e mais capacidade industrial, pois os EUA transportaram para a Europa cerca de um milhão de soldados bem equipados e armados.
Todos estes reforços dos EUA fizeram da Triple Entente a mais poderosa na 1ª Guerra Mundial e isso contribuiu para que os Impérios Centrais(Império Alemão e Império Austro-Húngaro) recuassem e a Alemanha assinasse o Armistício que acabou com a 1ª Guerra Mundial.

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